Pesquisa mostra bairros com maior índice de larvas do Aedes na Região

Prefeituras de Piracicaba e Limeira fazem o levantamento a cada 3 meses.
Números estabelecem uma tabela de classificação de áreas mais perigosas.

Um levantamento feito pelas Prefeituras de Limeira (SP) e Piracicaba (SP) mostra os bairros com maior infestação de larvas do Aedes Aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A pesquisa é feita a cada três meses pelos agentes de controle de endemias dos municípios e estabelece uma tabela com os índices das regiões mais perigosas e que possuem mais focos do mosquito transmissor das doenças.

Em Limeira, o índice geral da cidade está em 0,7, enquanto os números dos bairros Laranjeiras, Senador Vergueiro, Terras de Santa Elisa, Jardim São Manoel, Cidade Jardim e Centro são maiores e estão em 1,1.
Já Piracicaba tem um índice geral de 1,8, mas a região de Santa Terezinha, além dos bairros Mário Dedini e Bosques do Lenheiro, registraram maior número de larvas do mosquito Aedes Aegypti e tem índice larvário de 2,6.

A pesquisa, além de mostrar os números, aponta os tipos de criadouros mais frequentes, como, por exemplo, recipientes para armazenar água, além de latas, frascos e plásticos. Em Sumaré, a situação é ainda pior. Na região do bairro Matão, o índice de larvas é cinco vezes maior que o considerado normal pelo Ministério da Saúde e chegou a 5,5.

O que dizem as Prefeituras

A Prefeitura de Piracicaba afirmou que, desde 2013, adotou ações de combate ao Aedes Aegypti não só nos meses críticos, quando acontecem as epidemias, mas “o ano inteiro”. Segundo a administração, as ações são: visitas dos agentes, mutirões no final de semana e bloqueio em volta de residências onde existem notificação dos casos.

Já a administração municipal de Sumaré disse, em nota oficial enviada para a produção da EPTV, que intensificou as ações nas áreas com maior índice de infestação de larvas e as equipes estão realizando visitas casa a casa para orientar a população.
A reportagem também tentou contato com o Executivo de Limeira, mas até a publicação da reportagem não obteve retorno.

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