Malefícios da linguiça

A linguiça é um alimento versátil e popular no Brasil. Seja ela calabresa, de porco, de frango, mista, temperada ou apimentada.

As pessoas sabem que comer um sanduíche com linguiça, salsicha ou mortadela é uma delícia. Mas é necessário tomar muito cuidado porque esses alimentos são gordurosos e, se consumidos em excesso, podem causar problemas para a saúde. Confira a seguir os malefícios da linguiça.

A composição da linguiça

A linguiça é um enchido (embutido) em forma de salsicha, feito de carne de porco, de aves, de carneiro, de carne de bovinos e mesmo peixes ou frutos do mar, temperado com cebola, alho e páprica e outras especiarias. Pode ser consumida fresca após preparada ou sofrer processo de cura e conservação por meio de defumação.

Na sua variedade portuguesa, tem sabor similar ao chouriço; entretanto, seu tempero normalmente é muito mais leve que o tempero do chouriço. Fora de Portugal, a linguiça é popular no Brasil; além disso, na Nova Inglaterra e no Havaí, é designada Portuguese Sausage, traduzida literalmente por “salsicha portuguesa”, e faz parte de menus por todo o mundo.

Conheça os malefícios dos embutidos (linguiça, salsicha, salame, mortadela, presunto)

Os embutidos nasceram da primordialidade de se conservar as carnes em tempos antigos, quando as geladeiras não existiam ou não eram comuns. O processo de conservação usa uma grande quantidade de sal e gordura. Presunto, mortadela, salame, salsichas e linguiças são alguns exemplos clássicos de embutidos hoje em dia também encontramos nos supermercados embutidos mais magros à base de aves, como frango e peru.

O problema é que as carnes embutidas possuem maior teor de gordura saturada em relação à carne in natura: esse tipo de gordura é a responsável pelo maior acúmulo de colesterol no organismo e traz riscos à saúde quando consumida em excesso, pois aumenta os riscos do desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Os embutidos inclusive contêm excesso de sódio, que pode causar hipertensão, além de corantes, que podem provocar alergias e problemas no estômago. Mas não para por aí esses alimentos também possuem diversos conservantes, como o nitrito e o nitrato. Quando consumidos, os nitritos são convertidos em substâncias potencialmente cancerígenas ou seja, são nocivos à saúde humana , em especial para crianças e mulheres grávidas, podendo provocar intoxicações. O consumo continuo destes elementos aumenta o risco de câncer do trato gastrointestinal. Mas lembre-se estamos falando de exposição excessiva.

E muito cuidado: até as carnes brancas perdem suas vantagens nutricionais quando transformadas em embutido. Como recebem os tais nitritos e são defumadas, inclusive se tornam nocivas. Outro aviso muito importante é para as pessoas alérgicas à proteína do leite de vaca ou pacientes com restrição à lactose embutidos levam leite em sua composição com a finalidade de aumentar a produção de acido lácteo e melhorar a conservação do alimento.

No entanto, por mais que sejam opções práticas para os lanches, devem ser consumidos com moderação por serem ricos em sódio, colesterol, gorduras saturadas e conservantes, além de serem pobres em fibras, vitaminas e minerais. Ou seja moderação é a palavra chave, o consumido exagerado traz todos esses riscos sim já o moderado não (2 a 4 fatias no seu dia não fará mal).

Uma das substâncias que aparece muito nesse tipo de alimento é o nitrato, que confere cor avermelhada ao produto final e é comprovadamente um agente cancerígeno poderoso.

Corantes, conservantes e outros aditivos químicos acabam sobrecarregando o fígado, que precisa sintetizar tantos elementos novos. Não à toa o consumo excessivo desse tipo de substância está diretamente ligado a piora de quadros de enxaqueca, TPM e até gastrite, se considerarmos que muitos deles irritam a mucosa do estômago.

“Isso sem falar que os níveis de sódio e gordura contidos em comidas industrializadas ultrapassam, e muito, o recomendável, tornando-se um agente poderoso no aumento de casos de hipertensão e obesidade”.

Opte pelo rodízio de alimentos

Outro hábito que deveríamos modificar, segundo as especialistas, é a ingestão de grandes quantidades de proteína, especialmente a de origem animal. Nossos ancestrais caçavam de tempos em tempos, nunca todos os dias. Isso dava um certo descanso ao sistema digestivo, que ainda gasta muito mais energia para metabolizar proteína do que outros tipos de nutriente.

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