Com força e autoridade, Brasil vira para cima da Sérvia e vai à final do Grand Prix

FORÇA

Com uma defesa onipresente e contra-ataques letais, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu a Sérvia por 3 a 1 (20/25, 25/23, 25/14 e 25/23) na manhã deste sábado em Nanjing e está nas finais do Grand Prix. A equipe comandada por José Roberto Guimarães saiu de uma derrota na primeira parcial para se agigantar em quadra e buscar a virada que valeu a vaga na final de domingo e a manutenção do sonho da conquista do 12º troféu da competição.Campeão em 1994/96/98/2004/05/06/08/09/13/14/16 e defendendo o título da última edição, o selecionado nacional agora decide a parada contra o vencedor da outra semifinal. A anfitriã China e a Itália, que medirão forças ainda neste sábado a partir das 9 horas (de Brasília), também com transmissão do SporTV 2.
O jogo: Destaque na vitória sobre a Holanda, Ana Beatriz começando em lugar de Adenizia. O Brasil já estava atento na defesa e saiu de uma desvantagem inicial para virar para 6/5, indo para a primeira parada técnica com 8/7 a seu favor. Vice-campeã olímpica, a Sérvia, no entanto, mostrou sua cara, virou para 17/13 e fechou o set em 25/20, sempre comandada pela jovem e talentosa Tijana Boskovic, responsável até então por 13 pontos. A seleção brasileira voltou para a segunda parcial com Adenizia em lugar de Carol. Assim como aconteceu na anterior, as meninas saíram atrás, mas viraram e em seguida fizeram 8/6. A entrada da central mineira acendeu a equipe, que chegou a 16/14 com direito a uma medalha de Tandara estampada no rosto da capitã sérvia Milena Rasic. O Brasil seguiu na dianteira e, mesmo desperdiçando dois set points, levou por 25/23 após ataque de Drussyla, que entrou bem demais no jogo. O início da terceira parcial foi pau a pau, com a seleção indo para a parada técnica levando a melhor por um ponto (8/7). Com bom desempenho tanto no ataque como no bloqueio, Tandara era um dos destaques pelo selecionado brasuca, que colocou quatro de frente (12/8) e jogou pressão nas adversárias. Seguindo muito forte na defesa, o Brasil sobrou em quadra e encurtou o caminho para a incontestável vitória por 25/14 e a virada no marcador. (G1)

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