Cemitérios têm lixo, túmulos quebrados e até cracolândias

Muito lixo, túmulos quebrados, furto de portas e peças de bronze, banheiros sujos, salas de velório em mau estado e até presença de prostitutas e viciados em crack.

É o que o Vigilante Agora encontrou, na semana passada em sete cemitérios municipais.

Em junho, a gestão João Doria (PSDB) anunciou que quer cobrar taxa anual de manutenção de quem possui jazigos familiares nos 22 cemitérios públicos da capital. O valor ainda não está definido, mas deve ficar em torno deR$ 200. A taxa servirá para remunerar as empresas que, pelo projeto de Doria, passarão a administrar os locais, em regime de concessão.

Resposta
Gestão Doria culpa administração anterior e não propõe soluções. A Superintendência do Serviço Funerário da gestão João Doria (PSDB) disse, em nota, que “investiu R$ 529.779,65, no primeiro semestre, para reverter minimamente a situação de abandono em que a gestão anterior deixou os 22 cemitérios da cidade. Foram encontrados mato alto, lixo acumulado e falta de iluminação nos velórios”. A gestão não afirmou o que fará para resolver problemas apontados pela reportagem.

A gestão Fernando Haddad (PT) afirmou que “a gestão caótica do cemitérios de São Paulo não foi um privilégio da gestão Haddad”.

A superintendência afirmou que fez parceria com a GCM (Guarda Civil Metropolitana) a fim de aumentar o número de rondas periódicas nos cemitérios, agências, crematório e velórios. A PM diz que “sempre comparece aos locais quando solicitada e faz o patrulhamento do entorno”. Fonte: Agora

Foto: Zanone Fraissat
Foto: Zanone Fraissat

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